Ela tem presença, cabelos extremamente vermelhos e uma voz incansável de se escutar, capaz de fazer sentir que realmente “the dog days are over”. Florence Welch é a dona da poderosa voz que dá vida às músicas da banda Florence and the Machine e que vem conquistando os palcos e o público com sua atitude nada sutil.
Como se não bastasse a bela vocalista, a banda compõe o cenário perfeito para o resultado das músicas. Com Rob Ackroyd na guitarra, Chris Hayden na bateria, Isabella Summers nos teclados e Tom Monger na - acredite - harpa. O som do grupo gira numa linha indie pop muito bem trabalhada.
O primeiro álbum da banda, “Lungs”, foi lançado no ano passado e em janeiro já alcançava o topo das paradas no Reino Unido. A crítica especializada também não ficou indiferente a “Lungs”: uma nomeação para os Mercury Prize; um Brit Award conquistado na categoria “Critic’s Choice” e um MTV European Music Award para “Best UK and Ireland New Act”, são apenas alguns dos grandes meios que reconheceram os Florence and the Machine com um dos mais interessantes projetos de 2009.
Tendo como principais referências Kate Bush e Velvet Underground, os fãs das já consagradas Cat Power, Feist, P.J. Harvey ou Fiona Apple, vão apreciar, com razão, as melodias, ritmo e letras dessa ruiva inglesa que se tornou promessa musical. Entre batidas bem ritmadas, como “Habbit Heart” e o classicismo suave de “Falling” é possível perceber o humor, o sarcasmo, a culpa e o drama como enredo de suas músicas. As letras beiram o surreal, com histórias absurdas que ao mesmo tempo em que parecem metáforas profundas, surgem como brincadeiras da autora como se não passasse de uma mera invenção.
Florence and the Machine é uma banda para se escutar em alto volume e deixar-se levar pelos fortes sentimentos que suas músicas transmitem. Em alguns momentos é difícil distinguir se é você que consegue sentir o que a música passa, ou se é ela que revive exatamente o seu sentimento. “The horses are coming” e se bobear – assim espero – eles vieram pra ficar.
Anne Morais
Como se não bastasse a bela vocalista, a banda compõe o cenário perfeito para o resultado das músicas. Com Rob Ackroyd na guitarra, Chris Hayden na bateria, Isabella Summers nos teclados e Tom Monger na - acredite - harpa. O som do grupo gira numa linha indie pop muito bem trabalhada.
O primeiro álbum da banda, “Lungs”, foi lançado no ano passado e em janeiro já alcançava o topo das paradas no Reino Unido. A crítica especializada também não ficou indiferente a “Lungs”: uma nomeação para os Mercury Prize; um Brit Award conquistado na categoria “Critic’s Choice” e um MTV European Music Award para “Best UK and Ireland New Act”, são apenas alguns dos grandes meios que reconheceram os Florence and the Machine com um dos mais interessantes projetos de 2009.
Tendo como principais referências Kate Bush e Velvet Underground, os fãs das já consagradas Cat Power, Feist, P.J. Harvey ou Fiona Apple, vão apreciar, com razão, as melodias, ritmo e letras dessa ruiva inglesa que se tornou promessa musical. Entre batidas bem ritmadas, como “Habbit Heart” e o classicismo suave de “Falling” é possível perceber o humor, o sarcasmo, a culpa e o drama como enredo de suas músicas. As letras beiram o surreal, com histórias absurdas que ao mesmo tempo em que parecem metáforas profundas, surgem como brincadeiras da autora como se não passasse de uma mera invenção.
Florence and the Machine é uma banda para se escutar em alto volume e deixar-se levar pelos fortes sentimentos que suas músicas transmitem. Em alguns momentos é difícil distinguir se é você que consegue sentir o que a música passa, ou se é ela que revive exatamente o seu sentimento. “The horses are coming” e se bobear – assim espero – eles vieram pra ficar.
Anne Morais
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