Quando um consumidor, seja ele pessoa física ou jurídica, contrata uma empresa prestadora de serviços, o faz na expectativa de um serviço de qualidade. Isso é lógico e racional. Mas será que as empresas prestadoras de serviço se apresentam de forma a deixar claro o que elas são, seu porte e serviços?
Recentemente contratamos uma empresa para limpar o sofá do escritório. Escolhemos uma que trabalhava razoavelmente sua comunicação, que tinha alguns anos de mercado e experiência. Chegando ao local do serviço, em três minutos informaram que aquela empresa não possuía determinado equipamento e que não poderia atender aquele “complexo” problema. Uma mancha.
Este caso exemplifica de uma forma bem simples, que o trabalho de comunicação, que tem como função muitas vezes apresentar uma empresa ou serviço, deve se preocupar em não “prometer” ou criar uma expectativa falsa.
No caso de uma agência de comunicação, apresentar a estrutura, equipe, experiência entre outros pontos, nem sempre refletem um portifólio verdadeiro e a realidade de capacidade. O argumento é: Agência é sanfona. Contrata ou demite de acordo com a conta que adquire. Mas isto requer tempo de adaptação e desenvolvimento de todo os ingredientes da “receita” agência até formar um belo “prato” ao cliente. Pode ser que uma verdadeira apresentação, sem maquiagem da realidade, evite problemas futuros e constrangimentos.
Euler Rodrigues
Recentemente contratamos uma empresa para limpar o sofá do escritório. Escolhemos uma que trabalhava razoavelmente sua comunicação, que tinha alguns anos de mercado e experiência. Chegando ao local do serviço, em três minutos informaram que aquela empresa não possuía determinado equipamento e que não poderia atender aquele “complexo” problema. Uma mancha.
Este caso exemplifica de uma forma bem simples, que o trabalho de comunicação, que tem como função muitas vezes apresentar uma empresa ou serviço, deve se preocupar em não “prometer” ou criar uma expectativa falsa.
No caso de uma agência de comunicação, apresentar a estrutura, equipe, experiência entre outros pontos, nem sempre refletem um portifólio verdadeiro e a realidade de capacidade. O argumento é: Agência é sanfona. Contrata ou demite de acordo com a conta que adquire. Mas isto requer tempo de adaptação e desenvolvimento de todo os ingredientes da “receita” agência até formar um belo “prato” ao cliente. Pode ser que uma verdadeira apresentação, sem maquiagem da realidade, evite problemas futuros e constrangimentos.
Euler Rodrigues
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